Categoria "Mundo Mãe"

Qual o melhor carrinho para você e seu bebê?

Em 21.09.2016   Arquivado em Mundo Mãe

Um dos itens preferidos e, as vezes, o que dá uma dorzinha de cabeça, é a escolha do carrinho de bebê! Existem inúmeros modelos e marcas de carrinhos, e como saber qual o melhor para você e seu bebê? Acompanhe aqui no post de hoje! 🙂

Análise de um carrinho de bebê

Para começarmos, você sabe o que compõe um carrinho de bebê? Então vamos lá:

  1. Componentes-carrinhobebe

    imagem: Alô Bebê

    Capota: é a cobertura do carrinho que protege contra o sol e vento;

  2. Manopla: é a alça usada para empurrar o carrinho, lembrando que ela pode ser com duas alças ou uma única barra;
  3. Encosto reclinável: a parte na qual as costas do bebê ficará apoiada, sendo reclinável para posicionamento adequado ao dormir ou para bebês menores de seis meses;
  4. Cinto de segurança: segundo a recomendação do Inmetro deve ser de cinco pontos para segurança do bebê;
  5. Protetor frontal: alguns modelos vem com essa peça, mas há diversas opções que ela não faz parte, é opcional para cada mãe e pai;
  6. Porta-objetos: transportar itens que são necessários no passeio como bolsas, artigos de higiene e brinquedos;
  7. Freios traseiros: em geral, os carrinhos possuem freios nas rodas traseiras.

Qual a sua necessidade?

Existem carrinhos para pais e mães atletas, carrinhos mais compactos, carrinhos ideais para quem está sempre viajando de avião, onde ele cabe no bagageiro de dentro da aeronave 😮 … e por aí vai. Então se atente nesses detalhes e vá montando o carrinho perfeito pra você a partir dessas características:

  • Material: ele determina a resistência e durabilidade do produto. Existem dois tipos de material: aço e alumínio. A diferença é que o alumínio costuma ser mais leve e resistente.
  • Tecido: muito comum pais alimentarem seus filhos no carrinho, por isso tecidos mais fáceis de limpar devem ser priorizados, mas nada impede de colocar capas. Hoje existem várias empresas e artesãs que produzem capas lindas e combinando com bolsas e outros artigos. Vale a pena dar uma pesquisada! 😉
  • Rodas: existem carrinhos hoje com rodas especiais para pais atletas, ou seja, não sao de plásticos e possuem câmera de ar, além de serem maiores para dar mais estabilidade ao carrinho. É sempre bom ver o carrinho pessoalmente aberto e fechado para não ter surpresas futuras! rs Analise onde você mais anda: parques, shopping e encontrará uma roda que combine com sua rotina sem desgastar muito!
  • Posições de Recline: alguns carrinhos possuem recline 100% e são chamados de carrinho-berço. Muitos pais optam por ele para o bebê dormir acomodado nele nos primeiros meses de vida. Já outros carrinhos vem com limite de recline imposto pelo próprio fabricante.
  • Tipo de fechamento: esse item foi um que mais me atentei no momento da compra, pois sei que andaria sozinha com o Pedro e precisava de algo prático. Além disso, é com ele fechado que você saberá como e onde será guardado e transportado.
  • Peso total do equipamento: super importante saber o peso total do carrinho com e sem o bebê conforto (no caso de modelo travel), pois já ouvi muito “não sabia que ficaria tão pesado com o bebê.”. Sim, adicione mais uns 6, 8, 10 kg ao peso do carrinho, pois seu bebê estará nele! rs 😉

Tipos mais comuns:

Guarda-chuva

Esse modelo é considerado o mais básico. Tem modelo que deita e modelo que só deixa o bebê sentado. O valor também é mais acessível.

carrinho guarda chuva

Marca: Disney

(Optei por esse tipo carrinho depois que Pedro completou 1 ano de vida. Comprei no Walmart em Orlando e paguei 17 dolares, apenas!!! rs Aqui no Brasil o modelo mais barato que vi foi perto de 200 reais.)

Esse modelo é recomendado para crianças a partir de 6 meses de vida.

Carrinho-berço

Esse modelo é o queridinho de pais de primeira viagem por permitir o bebê dormir super acomodado nos primeiros dias e meses de vida. Ele é mais robusto e largo, além do recline ser 100%.
Algumas marcas já vendem o kit com a cadeirinha, além do moisés, para quando o bebê for maior.

carrinho berço

modelo Peg-Perego

Travel System

Esse modelo já traz o bebê conforto junto com o carrinho e ele normalmente acopla no próprio carrinho, não sendo preciso tirar a criança do bebê conforto para colocar no carrinho. Algumas marcas trabalham com um suporte para o carro servindo como base para o bebê conforto e vem junto nesse kit travel.

modelo travel system

Marca: Dzieco

3 rodas

No início era pra atender os pais esportistas com suas rodas grandes e mais largas que as convencionais para dar mais estabilidade, mas hoje várias marcas trazem essa estética e esses carrinhos também são de passeios.

carrinho 3 rodas

Marca: Quinny Stroller
Modelo Black Irony 2015

A Qunny é uma das empresas mais conceituadas com modelo de carrinho 3 rodas e esse modelo é o mais queridinho das famosas e “granfinas”.


Minha experiência quando comprei o carrinho do Pedro 3 anos atrás.

pedro no carrinho

Pedro, com 5 dias de vida, no bebê conforto acoplado no carrinho e tomando banho de sol no inverno. rs

Eu tinha em mente em escolher um carrinho de 3 rodas, de caminhada uma vez que eu estava toda atleta antes de engravidar e queria continuar pelo menos caminhando quando Pedro nascesse (a roda não era de plástico, mas sim um pneu com câmera de ar! Sim, teria que encher num posto de gasolina. haha) e quando cheguei no EUA para comprar, me deparei com um carrinho gigante (GIGANTE!) – mesmo dobrado ainda continuava grande – que não caberia no porta malas do meu carro! rs (e eu tenho um carro sedan) Não era a toa que via muitas mães com esse carrinho pelas ruas e shoppings, mas que tinham o carro – no mínimo – USV. rs

Fui para meu próximo carrinho da lista (também de 3 rodas) e ao fazer teste drive nas lojas notei que era muito ruim para fazer curvas em lugar fechado, esse tipo de carrinho pede ambientes amplos e como moro num apartamento, repensei no caso e vi que seria um modelo “diferente” dos que tinham até então no Brasil, mas nada funcional para mim e minha realidade.

Desisti da compra de carrinho de 3 rodas e me foquei num carrinho menor, que aguentasse bem uma caminhada, que fosse leve e que eu conseguiria fechar sozinha, sem ajuda de alguém e com o bebê no colo. Consegui! Amei modelo, cor, funcionalidade de ser modelo “travel” e usamos muito (até uns 8 meses do Pedro rs). O carrinho que escolhi foi esse (mesma cor do vídeo preto e cinza):

Eu amei tanto esse carrinho que se tivesse outro filho em breve, compraria mesmo modelo, pois ainda é super atual e me atenderia suuuuper bem!

Ah, acabei comprando na Macro Baby em Orlando e paguei cerca de $350(não me lembro ao certo) nele completo com bebê conforto e suporte para carro.


E você, como foi sua escolha e compra do carrinho? Amou, odiou ou ainda está pesquisando?

Compartilhe conosco!! 🙂

Beijos!!! 

Fonte: Alô Bebê

 

Método Montessoriano – O que é? | Especial Montessori

Em 15.09.2016   Arquivado em Mundo Mãe

Olá, tudo bem? Hoje vamos falar um pouco sobre o Método Montessoriano que vem sendo cada vez mais discutido e querido pelas famílias brasileiras.
Quando estava grávida do Pedro, pesquisei muito a respeito desse quarto, brinquedoteca e amei, mas por ser “novidade” no país 3 anos atrás, as coisas para montar o cômodo ainda eram muito caras e de difícil acesso, por isso fiz o quarto tradicional para ele. Hoje vou contar como esse método surgiu! Sabia que ele foi aplicado primeiramente nas escolas? Confira aqui:

1a

O que é

O Método Montessori é um conjunto de saberes, práticas e propostas cuja metodologia dá ênfase a independência, liberdade com limites e respeito pelo desenvolvimento natural das habilidades físicas, sociais e psicológicas da criança.

A educadora, imbuída do dom da pesquisa científica e do olhar observador, Maria Montessori, analisou o comportamento infantil, sua inegável espontaneidade, e a partir desta avaliação elaborou a metodologia mais apropriada para elas. Entre suas inovações destaca-se a construção de um ambiente escolar próprio para a infância, distinto do universo adulto no qual as crianças não se encaixam.

O método Montessori opõe-se aos métodos tradicionais que não respeitam as necessidades e os mecanismos evolutivos do desenvolvimento natural da criança. O ponto mais importante do método é a possibilidade de libertar a verdadeira natureza do indivíduo, para que esta possa ser observada, compreendida, e para que a educação se desenvolva com base na evolução da criança, e não o contrário.

Montessori no quarto

Na mesma linha se propõe um ambiente doméstico, onde os objetos – brinquedos, espelhos, mesinhas e outros, destacados por Montessori – tem papel preponderante no seu trabalho educativo, pois pressupõe a compreensão das coisas a partir delas mesmas, tendo como função a estimular e desenvolver na criança  um impulso interior que se manifesta no trabalho espontâneo e individual de cada pessoa.

quarto mobiliado no estilo montessouriano

Exemplo de quarto montessoriano. Imagem: Pinterest

Com objetos acessíveis e seguros, a criança tem liberdade para explorar seus limites e testar a si mesma e ao ambiente, dando vazão à curiosidade e encontrando meios e caminhos para internalizar experiências ricamente úteis. Assim, recomenda-se organizar o quarto e outros ambientes para a criança e não para o adulto, seguindo na perspectiva da criança com empatia e possibilitando tal exploração de forma segura e saudável.

{Aguarde que semana que vem terão lindos quartinhos para você se inspirar! 😉 }

Sobre a autora

Maria Montessori, italiana, foi uma educadora, médica, católica cristã e pedagoga. Ao ser impedida de clinicar (na época não se admitia uma mulher examinando o corpo de um homem), iniciou um trabalho com crianças com necessidades especiais na clínica da universidade, vindo posteriormente dedicar-se a experimentar em crianças, sem comprometimento algum, os procedimentos usados na educação dos que tinham algum comprometimento. Observou, também, crianças que brincavam nas ruas e criou um espaço educacional para estas crianças – a Casa dei Bambini.

Tornou-se então conhecida pelo método educativo que desenvolveu e que é muito praticado, sobretudo na Europa.

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Gostou? Já conhecia? Você usou ou usa esse método na sua casa?

Na próxima semana falaremos dos quartos! Terá dicas de móveis, exemplos de quartinhos e tudo acessível para nós! ♥ Já penso em fazer esse método para o próximo baby!! hahaha

Se você ficou curioso e quer saber mais sobre “montessoriano”, indico a página Ticos e Piticos! Estou encantada por ela!

Beijos e até mais!!! 

Esse post foi feito em parceria com Ticos e Piticos.

Conversa de adulto também é para crianças

Em 08.09.2016   Arquivado em Mundo Mãe

Que atire a primeira pedra a mãe que nunca falou: “isso é conversa de adulto”, quando o filho questionou sobre algo polêmico ou delicado. Não condeno essa típica frase, até porque realmente acredito as crianças podem ser poupadas de alguns diálogos. Porém, acho importante avaliarmos se não estamos usando a desculpa da “conversa de adulto” apenas como uma válvula de escape para não falar sobre assuntos sérios.

 mae conversando com filho

Nós precisamos conversar sobre política, bullying, educação, sexo, trabalho e muito mais com crianças. A princípio, isso pode parecer um choque, já que a sociedade não está acostumada a tocar nesses assuntos desde a infância. Mas a verdade é que se trata muito mais sobre como você vai falar do que sobre o que será discutido.

 

É evidente que você não vai detalhar a complexidade política que vive o país com seu filho de 5 anos, por exemplo. Mas ao explicar que algumas coisas são de todos (públicas) e outras pertencem a alguém (privadas) já estamos falando sobre política. Esse é apenas um exemplo de como podemos simplificar temas que são extremamente importantes de serem introduzidos ainda na infância.

 

Se mesmo assim você não consegue trazer os temas delicados para o mundo das crianças, vale à pena recorrer a outras possibilidades. A tecnologia pode ser uma ótima aliada nesse sentido: temos aplicativos, desenhos, filmes, jogos e outras plataformas que têm um viés socioeducativo e uma linguagem acessível para crianças. É importante acompanha-los nessas atividades e verificar que tipo de conteúdo eles têm consumido.

 

É verdade que é muito mais fácil negligenciar os assuntos polêmicos e postergar ao máximo o momento de falar sobre eles. Mas, dependendo do caso, isso pode gerar consequências sérias às crianças. Por exemplo, é muito mais saudável que elas aprendam com você o que é bullying, ao invés de só entender a gravidade do problema depois de praticar ou sofrer na pele.

 

Além de evitar futuros desconfortos, conversar sobre tudo com seus filhos só traz benefícios. Certamente você ganhará ainda mais a confiança deles, pois se você está aberta a falar sobre assuntos sérios, eles também estarão dispostos a contar seus problemas. Por fim, tendo contato desde cedo com questões relevantes, é natural que a criança amadureça mais rápido e se torne alguém muito mais consciente.

 

Não é uma tarefa fácil e o caminho mais simples é deixar a “conversa de adulto” para depois. É difícil apontar o certo e o errado nessa história toda, assim como não existe uma fórmula mágica para tocar em temas delicados. O mais importante é fazer uma reflexão na família e verificar se o que você deixa de contar ao seu filho não pode prejudica-lo no futuro.

 Beijos!!!

Esse texto foi escrito por Fabiany Lima.

*Fabiany Lima é mãe de Gêmeas, escritora de livros infantis e criou o aplicativo Timokids, que oferece livros e jogos socioeducativos com ilustrações em 3D narrados e legendados em 4 idiomas e que estimula a interação da família.

Quais doenças o mastologista pode ajudar a prevenir?

Em 18.08.2016   Arquivado em Mundo Mãe

Vamos falar um pouco sobre a saúde de nós, mulheres? 

cancer de mama

Prevenir doenças é a melhor e mais sensata decisão que se pode tomar para manter a saúde em dia e, mesmo quando é necessário se submeter a um tratamento ou procedimentos cirúrgicos, sempre o melhor caminho é o da medicina preventiva, pois como o nome já diz, tudo quando descoberto no estado inicial é sempre mais fácil de resolver e quando não há nenhuma doença melhor ainda, é bom para se conhecer e saber que está tudo bem.

Os profissionais de saúde nos orientam para ter atenção quanto a saúde física e mental, estamos em uma época em que se trabalha muito, são muitos os compromissos diários, as informações que chegam até nós a todo o momento, e ainda ter tempo para se cuidar, estar com os amigos, família, ter tempo para o romance e ser saudável e feliz.

É possível lidar com tudo isso, claro que não ao mesmo tempo, o ideal é administrar melhor o tempo para caber tudo sem causar estresse, por isso é importante fazer exercícios. Foi comprovado que atividade física, se você não quiser ir para academia pode ser até caminhadas regulares, o que não pode é deixar de se mexer para melhorar o condicionamento físico, bom para emagrecer e manter o peso, ter mais disposição entre outros benefícios.

Bem, mas a proposta é falar sobre quais as doenças em que o mastologista pode ajudar, uma delas é o câncer de mama que é uma doença perigosa e silenciosa, mas pode ser detectada no estágio inicial o que favorece o tratamento com possibilidade de cura de 100%.

O médico mastologista não se limita apenas a uma doença, por conta do câncer de mama ser a doença que requer mais atenção na mídia, outras patologias sérias que podem acometer a mama não são muito citadas, dentre elas estão: mastite, tumores benignos na mama, alterações funcionais e outras que para serem diagnosticadas corretamente é preciso consultar o médico mastologista.

Hoje em dia, além da mamografia há outros exames de mama que o médico pode solicitar, um deles é o tomossíntese que é um exame avançado que fornece imagens em 3D e bidimenssional, com ele as chances de detecção de doenças, incluindo o câncer de mama é superior a mamografia digital, um dos mais eficazes, mas a decisão quanto ao tipo de exame que a paciente irá fazer é do médico.

O importante é não deixar de consultar seu médico e ficar bem com sua saúde, ok?! 🙂

Beijos!!! 

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